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FCC

Professor (Brasil)

Matheus Prust

Graduado em música pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Estudou violino barroco sob orientação de Benjamin Chernier e Amandine Beyer na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Porto (Portugal). Especializou-se na interpretação do repertório do classicismo e início do século XIX com Rebecca Huber (Haia). É mestre e doutorando em Musicologia Histórica pela UFPR. Professor da Universidade Estadual do Paraná, leciona e orienta investigações nas áreas de documentação e acervos e história da música no sul do Brasil. Dentre suas pesquisas recentes, realizou o resgate do histórico musical na Matriz de Curitiba no período colonial e foi responsável pela identificação de acervos musicais sacros no norte de Santa Catarina e litoral sul paranaense.

É o idealizador e curador do projeto Música Antiga na Capela da Glória, Série de concertos “Ingrid Müller Seraphim”. Em Santa Catarina, é diretor geral das “Oficinas de Música da região do Contestado”. Junto aos programas de pós-graduação em Música da UFPR, UNESPAR, ICAC e Oficina de Música de Curitiba, é coordenador geral dos “Simpósios Brasileiros de Musicologia”. Em 2017 fundou o ensemble Música Barroca Curitiba, com o qual exerce atividades contínuas, tendo apresentado diversas estreias nacionais de obras dos séculos XVII e XVIII. Junto ao ensemble, apresentou concertos comemorativos em alusão ao Bicentenário do Brasil. Em 2023 será lançado o disco “Faces do Brasil Imperial”, sob sua direção. Junto ao “Americantiga Ensemble” e Ricardo Bernardes, tem participado do resgate e difusão do repertório colonial do Brasil Meridional, com eventos realizados no Brasil e Portugal (Lisboa, Porto, Vila Real/Fundação Casa de Mateus). Fundador e regente da Orquestra de Câmara de Canoinhas. Regente do LAMUSA – Laboratório de Música Antiga da UFPR. Membro da Academia de Letras do Brasil, ocupando a cadeira de nº 23, em Santa Catarina. Enquanto violinista, solista e diretor musical, apresentou-se junto de importantes nomes e ensembles da área de Música Antiga, no Brasil, Portugal e Espanha. Dentre os nomes com quem colaborou, destacam-se os violinistas Monica Hugget, Amandine Beyer, Enrico Onofri e Rodolfo Richter, e os cravistas Douglas Amrine, Fernando Cordella, Ricardo Bernardes e Salvatore Pronestì. Desde 2019 atua como professor e diretor de concertos nas Oficinas de Música de Curitiba. Interessado pela música de nossos dias, recebeu a dedicatória de obras contemporâneas para violino barroco dos compositores Harry Crowl, Maurício Dottori e Roseane Yampolschi. Em sua discografia destacam-se obras do século XXI e de música colonial brasileira. É autor de “Poesia em Tempos de Guerra: O Contestado e a Literatura” e “Como vai o Coro? Sempre Azul? Coral Santa Cecília da Paróquia Santa Cruz de Canoinhas, uma instituição centenária”.