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FCC

Programação Artística

janeiro 2021

CONCERTO DE ÓRGÃO

Horário
12h00
Preço
Gratuito

Orgão Kuhn (1998) - Modelo inspirado no romantismo francês

Fernando Gabriel Swiech - Organista

23 DE JANEIRO (SAB), 12H - Igreja St. Johannis Altona em Hamburg/Alemanha

Transmissão ao vivo pelo link: www.oficinademusica.org.br/aovivo

PROGRAMA

Felix Mendelssohn Bartholdy (Hamburg, 1809 - Leipzig, 1847)

Sonate nº 5

Andante

Andante con moto

Allegro majestoso

Johannes Brahms (Hamburgo, 1833 - Viena, 1897)

Präludium und Fuge WoO 9

Louis Vierne (Poitiers, 1870 - Paris, 1937)

Cathédrales Op. 55 nº 3

Carrilon de Westminster Op. 54 nº 6

NOTA DE PROGRAMA

A ideia deste programa é apresentar a música de dois países que embora vizinhos, possuem culturas bastante contrastantes.

Felix Mendelssohn Bartholdy e Johannes Brahms, são compositores do período romântico nascidos em Hamburgo, na Alemanha. Mendelssohn foi um dos mais notáveis talentos precoces da música do século XIX. Beneficiado por condições sociais e culturais privilegiadas, desenvolveu um estilo composicional que conciliava as suas raízes no século XVIII (Händel e Bach, Haydn e Mozart) com a absorção da nova estética musical romântica emergente. Brahms é levado à presença de Robert Schumann, que após examinar as obras do jovem, projeta-o publicamente na cena dos maiores artistas românticos europeus. Neste Concerto para Órgão, a Sonate nº 5 de Mendelssohn e o Präludium und Fuge WoO 9 de Brahms, são reflexos da grandeza musical desses dois importantes compositores.

Organista em Notre Dame. Cathedrale, Louis Vierne completaria 150 anos de nascimento em 2020. A obra Cathédrales Op. 55 nº 3, reproduz a arquitetura gótica de Notre Dame e tantas outras igrejas como a Catedral de Curitiba ou a Kulturkirche de onde o concerto é transmitido. Carillon de Westminster Op. 54 nº 6, utiliza como motivo o tema do carrilhão da famosa igreja em Londres. O compositor tocou a obra no final de uma missa em Notre Dame quando aconteceu algo inusitado. As pessoas que normalmente saem das missas ao som do órgão, dessa vez ficaram ali paradas e impressionadas ouvindo a música, e então, com aplausos calorosos agradeceram ao compositor por aquele momento tão especial.

SOBRE A IGREJA ST. JOHANNIS ALTONA E O ÓRGÃO KUHN

St. Johannis - Kulturkirche Altona foi construída em 1873 pelo arquiteto e professor universitário Johannes Otzen, que foi responsável por uma série de edificações e planejamento urbano em toda a Alemanha sobretudo no norte e em Berlim. Johannes Otzen é o principal representante do estilo neo-gótico alemão. Inicialmente uma igreja luterana, hoje ela abre as suas portas não só para finalidades religiosas mas para eventos culturais como concertos, peças de teatro, literários e gastronômicos tendo um papel pioneiro no desenvolvimento e inovação da utilização de prédios sacros na Alemanha desde os anos 90 do século passado.  O edifício sobreviveu ileso a I Guerra mundial, bem como aos bombardeios ocorridos durante a II Guerra Mundial que destruíram 50% da cidade de Hamburgo. Em 1994 o prédio histórico foi vítima de um incêndio culposo cujo autor, um menor de idade, alegou como motivo a frustração. O jovem conseguiu invadir o prédio durante uma noite de inverno picando as partituras do organista e ateando fogo atrás do órgão que se localiza em baixo da torre funcionando como uma chaminé gigante, facilitando o aumento das chamas. O órgão do ano de 1873 foi destruído completamente. A comunidade tinha um seguro que cobria o valor de um órgão grande novo. Dessa forma foi possível comprar um instrumento da firma suíça Kuhn inspirado no romantismo francês. A firma Kuhn tem instrumentos construídos no mundo todo como a sala de concertos de Zurique (Tonhalle), Lincoln Center em Nova York, Opera City Hall em Tóquio ou da Royal Academy of Music em Londres. O órgão Kuhn de Hamburg atrai visitantes e concertistas de dentro e de fora da Alemanha. Paralelamente a oferta de concertos, existe o trabalho em conjunto com a Escola Superior de Hamburgo com o objetivo de possibilitar o contato aos estudantes oriundos do mundo todo com esse instrumento excepcional.

BIOGRAFIA

Fernando Gabriel Swiech (Curitiba/Hamburgo) - Organista

Graduou-se em Órgão na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Concluiu o curso de Música Sacra na Escola Superior de Música e Teatro em Hamburgo em 2004. Na Alemanha foi bolsista da CAPES. Entre outras matérias teve aulas de regência, improvisação e órgão. Nessa última matéria foi aluno dos professores Wolfgang Zerer e Pieter van Dijk. Posteriormente, com uma bolsa do Serviço Católico de Intercâmbio Acadêmico, estudou órgão solo a partir de 2004 na classe do Prof. Pier Damiano Peretti em Hanover, concluindo assim seus estudos em performance organística em 2006. Atualmente, conclui um doutorado em musicologia em Hamburgo. Ele dirige o coro da Friedenskirche e a Kammerorchester St. Pauli, dando ênfase ao repertório do período romântico e do século XX. Em frente a esses dois grupos regeu a Missa de Santa Cecilia de Gounod, o Requiem de Brahms, Magnificat Alleluia de Villa-Lobos bem como obras de Rheinberger, Debussy, Mendelssohn entre outras. Ele é organista do órgão sinfônico romântico da firma suiça Kuhn na St. Johannis - Kulturkirche Altona em Hamburgo. Nessa instituição é responsável pela organização dos ciclos de concertos de órgão onde concertistas do mundo todo são convidados a se apresentar. Também organiza uma cooperação com a Escola Superior de Música e Teatro de Hamburgo com a finalidade de possibilitar que jovens organistas tenham a chance de se apresentar em público em um órgão de grande porte fazendo experiências para a futura carreira musical. Fernando Gabriel atua regularmente como organista e regente de coro na Alemanha, Itália, Espanha, Áustria, Noruega, França entre outros países. Foi solista com a Orquestra do Conservatório de Hamburgo tocando o concerto para órgão e orquestra de Francis Poulenc bem como concertos para órgão e orquestra de Händel. Em 2014 fez uma tourne no Brasil dirigindo o coro da Friedenskirche e a Kammerorchester St. Pauli com o patrocínio do Ministério de Relações Exteriores da Alemanha, do Instituto Goethe e da Secretaria de Cultura de Hamburgo. Entre outras obras eles apresentaram o Requiem Alemão op. 45 de Johannes Brahms. Nessa oportunidade nasceu o intercâmbio com o Projeto Música no Bairro, no eixo de Artes do Projeto Dorcas da Escola de Música e Belas Artes do Paraná e da Comunidade do Redentor.  Desde então tem se empenhado em diversas atividades artísticas em favor do projeto, e tem sido ativo na mobilização de recursos para sua continuidade, o que tem sido de suma importância para a existência desse trabalho. Organizou diversos concertos beneficentes com seus grupos musicais, além de outras atividades de cunho pedagógico, como intercâmbio de pedagogos para beneficiar professores brasileiros e alemães em experiências transculturais na Alemanha e no Brasil.  Em 2016 dirigiu o Requiem de Verdi no Norte da Itália e em Hamburgo com o Coro Città di Piazzola sul Brenta e a Orquestra "Il Filarmonici di Trento". O objetivo em trabalhar com outros países da União Europeia aproximando as pessoas da união, seguiu em 2018 com a Orquestra Clássica de Vigo dirigindo o Requiem de Fauré e os Cantos Sacros também apresentando esse concerto na Alemanha e Espanha.

 

 

FICHA TÉCNICA INSTITUCIONAL

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

Prefeito

Rafael Greca de Macedo

FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA

Presidente

Ana Cristina de Castro                                                             

Diretor Administrativo e Financeiro

Cristiano Augusto Solis de Figueiredo Morrissy

Diretor de Ação Cultural

Edson Bueno

Diretor de Planejamento

José Roberto Lança

Diretor de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural

Marcelo Sutil

Diretora de Incentivo à Cultura

Loismary Ângela Pache

INSTITUTO CURITIBA DE ARTE E CULTURA

Diretor Executivo

Marino Galvão Jr.

Gerente Administrativo/Financeiro

Maria Eduarda Rigos Maia Prata Bahls

Coordenadora de Música

Janete Andrade

Assessoria Jurídica

Simone Konitz

OFICINA DE MÚSICA DE CURITIBA

Direção Artística Geral

Janete Andrade

Direção Artística Música Erudita

Abel Rocha

Direção Artística Música Antiga

Rodolfo Richter

Direção Artística Música Popular Brasileira e Música e Tecnologia

João Egashira

Curadoria do Programa MusicaR

Ângela Deeke Sasse, Cristiane Alexandre, Guilherme Romanelli

Curadoria Circuíto Off

Glauco Sölter

Curadoria Oficina Verde

Marcia Squiba

Coordenação do Projeto e Secretaria

Lucilene Ribas

Coordenação de Produção

Lilian Ribas

Produção Executiva

Alício Cardoso

Rogério Dimi

Altair de Oliveira

Bete Carlos

Mario Marcelo de Oliveira

Projeto MusicaR

Daiana Hostins

Suellen Moraes

Arquivista

Clara de Lanna

Comunicação 

Ana Luzia Gori Palka Miranda

Midias Sociais

Viridiana de Macedo

Alessandra Pastuch

Gabriela Maciel de Castro

Fernanda Suemi de Brito Katto

Design Gráfico

Clarice Midori Umezaki Iwashita

Designers

Luana Chemin

Guto Stresser

Confecção de Programas

Darci Almeida

Suporte de TI

David Moura

Suporte de Edição

Cristiane Wozniak

Captação de Áudio

Eduardo Usui Schoetten

Técnico de Som

Beto Japa

Francisco Santarosa

Assistente

Tiago Bruel

Transmissão

Fauno Filmes

Produção

Gustavo Solieri

Direção

Ricardo Tomasi

Operação

Leandro Gulin

Assistente de produção

Paulo Macedo

Assistente de produção

Camila Luiza

          INFORMAÇÕES: www.oficinademusica.org.br

ENCONTRO VIRTUAL NACIONAL DE ORQUESTRAS

Horário
17h30
Preço
Gratuito

Atenção: O concerto será apenas transmitido pelo Link: www.oficinademusica.org.br/aovivo

Não haverá presença de público em razão dos protocolos de distanciamento social  devidos à Covid 19.  

 

Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa

Regência - Laercio Diniz

Programa - A criação do dia de Paula Senna Alli

 

Orquestra Sinfônica Nacional UFF (Universidade Federal Fluminense)

Regência - Tobias Volkmann

Programa - Homenagem aos 60 anos da Orquestra Sinfônica Nacional

 

Orquestra de Ouro Preto

Regência - Rodrigo Toffolo

Programa - Marcha Fúnebre – Anônimo – Minas Gerais

 

Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte

Regente Linus Lerner

Programa - Carmina Burana (excertos), Carl Orff

 

Orquestra Petrobras Sinfônica

Regente Felipe Prazeres

Programa - Concertino para violino e orquestra de câmara, de César Guerra-Peixe (Ricardo Amado, violino)

 

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Regente Fabio Mechetti    

Programa - As alegres travessuras de Till Eulenspiegel, op. 28, de Richard Strauss

VÍDEO DO CORO DA CAMERATA ANTIQUA DE CURITIBA

Horário
20h20
Preço
gratuito

23 DE JANEIRO (SÁB), 20H20

Transmissão pelo site do evento: www.oficinademusica.org.br/aovivo

VÍDEO DO CORO DA CAMERATA ANTIQUA DE CURITIBA

HENRY PURCELL (1659-1695)

Hear my prayer, O Lord

Regência - Mara Campos

Direção de áudio - Bruno Haller

Vídeo - Fauno Filmes

 

Notas sobre 

Hear my prayer, O Lord, and let my crying unto thee.

Ouça minha oração, Ó Senhor, e que o meu clamor chegue a Ti.

(Salmo 102: 1)

O hino coral “Hear My Prayer, O Lord” (Ouça minha oração, Ó Senhor) de Henry Purcell (1659-1695) é uma configuração do primeiro versículo do Salmo 102. Purcell o compôs para 8 vozes mistas de SSAATTBB, no início de sua gestão como Organista e Mestre dos Corais da Abadia de Westminster por volta de 1682. O texto deste Salmo é uma oração do aflito derramando sua queixa perante a face do Senhor, pois, na visão do povo israelita as aflições que passava era um sinal de que a face do Senhor havia se virado contra eles. Por esse motivo, o Salmista implora para que a sua oração seja atendida. A música de Purcell é uma criação altamente imitativa do começo ao fim com a entrada escalonada das vozes. Um outro recurso explorado por Pucell são as dissonâncias. Embora não pudesse empregar quaisquer novos recursos estilísticos para o período, Purcell mostra um estilo de composição ousado e surpreendente neste hino coral.

 

A gravação em vídeo é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura e da Fundação Cultural de Curitiba.

ORQUESTRA DE CÂMARA DA CIDADE DE CURITIBA

Horário
20h30
Preço
Gratuito

Regência - Abel Rocha

Violino - Alejandro Aldana

23 DE JANEIRO (SAB), 20H30 - Capela Santa Maria Espaço Cultural

Transmissão ao vivo pelo link: www.oficinademusica.org.br/aovivo

PROGRAMA

As 4 Estações Portenhas de Astor Piazzola (1921-1992)

* As 4 Estações Brasileiras de Alexandre Guerra (1971), Léa Freire (1957), Sílvia Góes (1963) e Felipe Senna (1979)

* As Quatro Estações brasileiras, foram encomendadas exclusivamente para a 38ª Oficina de Música de Curitiba

Otoño Porteño de Astor Piazzola

Outono Brasileiro de Alexandre Guerra

Invierno Porteño de Astor Piazzola

Inverno Brasileiro de Léa Freire

Primavera Porteña de Astor Piazzola

Primavera Brasileira de Sílvia Góes

Verano Porteño de Astor Piazzola

Verão Brasileiro de Felipe Senna

NOTAS DE PROGRAMA

As 4 Estações Portenhas de Astor Piazzola (1921-1992)

Primavera, Verão, Outono e Inverno. A passagem das estações promovem mudanças significativas aos ecossistemas e nos homens estimulam a emergência dos mais diversos sentimentos e afetos, assim como a necessidade de traduzi-los em arte. Antonio Vivaldi e Astor Piazzolla imprimiram leituras bem particulares a estes ciclos.

 Astor Piazzolla, argentino que revolucionou o tango, compôs as Quatro Estações Portenhas (“Cuatro estaciones poteñas”) entre 1965 e 1970, originalmente para violino, guitarra elétrica, piano, baixo e bandoneon. Ele se inspirou na obra de Vivaldi. No entanto, o som de Piazzolla apresenta uma atmosfera latina, melancólica e vigorosa que transformou, aos ouvidos do mundo, a sua música como um sinônimo da música argentina. Os quatro tangos desta obra foram compostos separadamente. Piazzolla não pensava em compor uma suíte em quatro movimentos. O Verão foi composto em 1964 como trilha de uma peça de teatro, o Outono em 1969 e a Primavera e o Inverno em 1970. Inspirava-se em Bártok e Stravinsky e no jazz.

Entre 1996-1998, o compositor russo Leonid Desyatnikov reorquestrou os quatro movimentos da obra, convertendo cada um deles em peças de três seções, tornando mais clara a ligação entre a obra de Piazzolla e a de Vivaldi. O solo de violino foi rearranjado para orquestra de cordas e em cada um dos movimentos incluiu várias citações do original de Vivaldi.

Extraído do portal Concertino

As 4 Estações Brasileiras

Alexandre Guerra (1971) - Outono

Sobrevoando o Pantanal

No Brasil as fronteiras entre as estações não existem. No nosso território as estações marcam a mudança do verde, e não sua escassez. Há flores o ano todo, que se revezam e parecem nos presentear com um primavera permanente. Talvez pra nós brasileiros as estações estejam mais relacionadas com a chuva e a seca. No Pantanal a paisagem é muito afetada por essa mudança e por isso foi minha escolha para o outono. Peguei então carona no voo de um Tuiuiú para sobrevoa-la, observar a estação onde as águas do Pantanal vão se esvaindo para dar lugar à seca, inaugurada pelo inverno. Buscando um caminho onde pudesse ser fidedigno à essas imagens e sensações, montei um filme onde acompanhamos a jornada de um dia na vida de um Tuiuiú no Pantanal, de sol a sol, ou de lua a lua, e motivado por esse cenário, procurei ecoar seus tons, suas cores, seus ventos e flutuar. A música propõe a dança invisível da estação, aquela que os bichos entendem, traduzem e repetem, mas que a nós humanos cabe apenas supor ou tentar imaginar.

Léa Freire (1957) - Inverno

Inverno Astral é uma viagem pelo, frio, coisa rara no Brasil, onde os frios conhecidos estão no Sul e no Céu. Daí estrelas que se confundem com cristais de neve, com chuvas de meteoros, com rodamoinhos gelados de vento. O Inverno é o período da limpeza, purificação, descanso, que prepara a Primavera.

Sílvia Góes (1963) - Primavera

A primavera sempre foi uma estação que me atraiu, em especial pela sua leveza e pelo ar secreto de quem não vai dizer quando vai partir. Ela anuncia algo muito bom se aproximando mas, deixa no ar e não conclui. Procurei na composição essa sonoridade que dá voltas, se repete, se repete e sai como sem se despedir - não finaliza a cena. Emocionante e imprevisível, pode ser quente ou fria, compreendida ou não, mas é sempre simples.

Felipe Senna (1979) - Verão

O Morro do Pico é uma das tantas maravilhas do nosso País… chegar de barco à Fernando de Noronha e se deparar com ele é uma emoção indescritível. Com palavras resolvi então descreve-la com sons: a magia da ilha e seus mistérios que aos pouquinhos vamos desvendando; as revelações surpreendentes e inesperadas de uma natureza quase intocada; as atmosferas que partem do introspectivo amanhecer rumo ao romântico pôr do sol no horizonte marítimo passando por tudo que há de mais lindo, divertido e feliz a cada dia. A soberania do oceano e a força do sol de verão naquela paisagem singular... São essas as notas musicais deste “Verão” com sotaque nordestino, que nasceu lá na ilha mesmo, como um tema solto que logo se amarrou em um movimento sinfônico (minha suíte Danzas No.1) e que aqui foi retransformando em uma peça para violino solo e camerata de cordas para fechar o ciclo deste projeto fantástico que é o 'Estações Brasileiras’. Que a força energizante dessa estação musical alimente a todos nós para um novo ciclo!

BIOGRAFIAS

Abel Rocha (SP) - Regente

Foi diretor artístico do Teatro Municipal de São Paulo e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal nos anos de 2011 e 2012. É especialista em ópera porém, assinou a direção musical de balés e peças de teatro, além de uma marcante passagem pela música popular, em diversos shows e musicais. Com intensa atuação no universo operístico, foi o responsável pela regência e direção musical de títulos dos mais importantes compositores do gênero. Realizou as estreias mundiais de títulos brasileiros como Anjo negro, de João Guilherme Ripper, Brasil outros 500, de Toquinho e Millôr Fernandes, e A tempestade de Ronaldo Miranda, tendo trabalhado ainda como diretor de voz e maestro residente da Cia. Brasileira de Ópera. Como regente orquestral, regeu as mais importantes orquestra do país. Em 2010, estreou como regente convidado frente à Orquestra Sinfônica do SODRE, de Montevidéu. Entre 2004 e 2009 foi diretor artístico e regente titular da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, com a qual empreendeu um profundo trabalho de reestruturação artística e administrativa. Com programação ousada e diferenciada, estreias de obras inéditas, encomendas de óperas, compositor residente, longa-metragens, balés e concertos para compositores brasileiros. Trabalhou com os diretores Naum Alves de Souza, José Possi Neto, Roberto Lage, Iacov Hillel, Hugo Possolo, José Rubens Chachá, Caetano Villela, Marcio Aurélio, Willian Pereira, Jorge Fernando e Jorge Takla, dentre outros. Como regente e arranjador para música popular, regeu shows com Airto Moreira, Wagner Tiso, Egberto Gismonti, Zizi Possi, Naná Vasconcelos, Fortuna, Chitãozinho e Xororó, Alexandre Pires, Edson Cordeiro, Fabio Jr. e Toquinho, dentre diversos outros nomes da música popular brasileira. Em 2001 foi responsável pela coordenação e direção musical do projeto Sinfonia: concertos para jovens. Produziu e apresentou a série Madrigalia para a Rádio Cultura. Como regente coral, foi diretor do Coral Paulistano (Teatro Municipal), e presidente da APARC – Associação Paulista de Regentes Corais. Foi o diretor artístico do coral Collegium Musicum. Recebeu os seguintes prêmios, Melhor Regente Coral nos anos de 1987 e 1995, conferidos pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), o 1º lugar no VIII Concurso Nacional de Corais do Rio de Janeiro, em 1982, e o 3º lugar no Concurso Nacional de Corais de São Paulo. Foi professor e regente em diversos festivais de música, como Campos do Jordão, Londrina, Maringá, Curitiba e Santa Catarina. Atualmente é professor de regência da UniFIAM/FAAM e do Instituto de Artes da Unesp. Formado pela Unesp, Abel Rocha realizou especialização em regência de ópera na Robert-Schumann Musikhochschule de Düsseldorf, Alemanha, tendo posteriormente obtido seu doutorado pena Unicamp a partir da pesquisa sobre a interpretação moderna da ópera L’Orfeo, de Claudio Monteverdi. Durante seus anos de formação foi orientado por Hans Kast, Roberto Schnorrenberg e Eleazar de Carvalho.

Alejandro Aldana (SP) - Violino

É um violinista brasileiro-argentino, spalla da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo desde 2018. Anteriormente, foi spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira, entre 2011 e 2015. Como solista, já se apresentou com várias orquestras do Brasil, Argentina, Alemanha e Itália. É vencedor de prêmios nos seguintes concursos internacionais: El Sonido y el Tiempo, Concorso Internazionale F. Zadra e Northland Music Collaege Violin Competition.

ORQUESTRA DE CÂMARA DA CIDADE DE CURITIBA

Fundada em 1974, como parte integrante da Camerata Antiqua de Curitiba, a orquestra de cordas teve um período de dedicação exclusiva à música antiga, sob a direção do maestro Roberto de Regina. O grupo atua sob a direção de importantes regentes convidados e tem acompanhado renomados solistas brasileiros e estrangeiros. Para aprimorar ainda mais o conhecimento técnico e artístico, hoje a Orquestra de Câmara Cidade de Curitiba realiza seu trabalho sem a presença de um maestro titular, apresentando-se com regentes convidados, vindos dos mais importantes centros culturais do país e do exterior, alçando o grupo à posição de uma das principais orquestras brasileiras de câmara.

Violinos I

Winston Ramalho (Spalla e Diretor Musical), Dan Tolomony (Concertino),

 Paulo Hübner, Vitor Andrade

Violino II

Francisco de Freitas JR. (Chefe de Naipe), Vanessa Savytzky Schiavon,

Moema Cit Meyer

Violas

Daniel Mendes (Chefe de Naipe), Roberto Hübner, Denis Castilho

Violoncelos

Klaiton Laube, Estela de Castro

Contrabaixo / Ensaiador

Martinho Lutero Klemann

Coordenador da Orquestra

Francisco de Freitas JR.

Coordenadora Executiva da

Camerata Antiqua de Curitiba

Darci Almeida

 

FICHA TÉCNICA INSTITUCIONAL

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

Prefeito

Rafael Greca de Macedo

FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA

Presidente

Ana Cristina de Castro                                                             

Diretor Administrativo e Financeiro

Cristiano Augusto Solis de Figueiredo Morrissy

Diretor de Ação Cultural

Edson Bueno

Diretor de Planejamento

José Roberto Lança

Diretor de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural

Marcelo Sutil

Diretora de Incentivo à Cultura

Loismary Ângela Pache

INSTITUTO CURITIBA DE ARTE E CULTURA

Diretor Executivo

Marino Galvão Jr.

Gerente Administrativo/Financeiro

Maria Eduarda Rigos Maia Prata Bahls

Coordenadora de Música

Janete Andrade

Assessoria Jurídica

Simone Konitz

OFICINA DE MÚSICA DE CURITIBA

Direção Artística Geral

Janete Andrade

Direção Artística Música Erudita

Abel Rocha

Direção Artística Música Antiga

Rodolfo Richter

Direção Artística Música Popular Brasileira e Música e Tecnologia

João Egashira

Curadoria do Programa MusicaR

Ângela Deeke Sasse, Cristiane Alexandre, Guilherme Romanelli

Curadoria Circuíto Off

Glauco Sölter

Curadoria Oficina Verde

Marcia Squiba

Coordenação do Projeto e Secretaria

Lucilene Ribas

Coordenação de Produção

Lilian Ribas

Produção Executiva

Alício Cardoso

Rogério Dimi

Altair de Oliveira

Bete Carlos

Mario Marcelo de Oliveira

Projeto MusicaR

Daiana Hostins

Suellen Moraes

Arquivista

Clara de Lanna

Comunicação 

Ana Luzia Gori Palka Miranda

Midias Sociais

Viridiana de Macedo

Alessandra Pastuch

Gabriela Maciel de Castro

Fernanda Suemi de Brito Katto

Design Gráfico

Clarice Midori Umezaki Iwashita

Designers

Luana Chemin

Guto Stresser

Confecção de Programas

Darci Almeida

Suporte de TI

David Moura

Suporte de Edição

Cristiane Wozniak

Captação de Áudio

Eduardo Usui Schoetten

Técnico de Som

Beto Japa

Francisco Santarosa

Assistente

Tiago Bruel

Transmissão

Fauno Filmes

Produção

Gustavo Solieri

Direção

Ricardo Tomasi

Operação

Leandro Gulin

Assistente de produção

Paulo Macedo

Assistente de produção

Camila Luiza

          INFORMAÇÕES: www.oficinademusica.org.br

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